• Pense Como Um Neuropsicólogo

Pense Como Um Neuropsicólogo

  • Editora: BOOK TOY
  • Autor: BANASKIWITZ
  • Produto disponível


  • de: R$370,00
  • por:

    R$296,00

PRÉ-VENDA: Compre agora e receba o livro a partir do dia 18/05/2026!

Especificação
Título PENSE COMO UM NEUROPICOLOGO
Autores(as) Natalie Banaskiwitz / Mônica Kerr
ISBN 9788571482463
Código de Barras 9788571482463
Edição / Ano 01/2026
Número de Páginas 336
Dimensões 28X21X3
Capa BROCHURA
Descrição

Natalie Banaskiwitz e Mônica Kerr têm a formação acadêmica e os anos de experiência clínica que garantiriam, por si só, a qualidade técnica deste livro. Mas têm algo mais: anos de experiência formando neuropsicólogos, em cursos e supervisões, que culminaram na fundação da Clincog Mais e do Clube Clincog. Elas conhecem de perto cada dúvida e dificuldade que os neuropsicólogos enfrentam na prática. E o mais relevante: preocupam-se com quem está na ponta, os pacientes que receberão os laudos, as famílias que precisarão compreendê-los e os profissionais que irão aplicá-los em seus tratamentos.

Esta experiência clínica, docente e profundamente humana deu origem ao Método PCN (Pense Como Neuropsicólogo), um conjunto de oito passos estruturados que torna explícito o raciocínio clínico que, muitas vezes, permanece implícito na prática neuropsicológica.

Pela sua característica sistematizadora e profundamente clínica, considero que este livro deveria ser leitura obrigatória tanto em cursos introdutórios quanto em formações avançadas.

Sumário

CAPÍTULO 1 - POR QUE PENSAR COMO UM NEUROPSICÓLOGO?


CAPÍTULO 2 - RELAÇÃO ENTRE CÉREBRO E COMPORTAMENTO

    2.1 REDES NEURAIS, CONECTOMAS E NEUROPLASTICIDADE

    2.2 EPIGENÉTICA, EXPERIÊNCIA E AVALIAÇÃO COGNITIVA


CAPÍTULO 3 - A IMPORTÂNCIA DE UMA AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS

    3.1 FUNDAMENTOS DA AVALIAÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS NA PSICOLOGIA

    3.2 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AVALIAÇÕES BASEADAS EM EVIDÊNCIAS E MÉTODOS TRADICIONAIS SEGUNDO A LITERATURA CIENTÍFICA

    3.3 CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA COGNITIVA PARA A PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS

    3.4 CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA UMA AVALIAÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS

    3.5 LIMITES E RISCOS DAS PRÁTICAS NÃO BASEADAS EM EVIDÊNCIAS

    3.6 DESAFIOS E BARREIRAS PARA A PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS NO BRASIL


CAPÍTULO 4 - O QUE É RACIOCÍNIO CLÍNICO?

    4.1 O CONCEITO DE RACIOCÍNIO CLÍNICO

    4.2 COMPONENTES DO RACIOCÍNIO CLÍNICO

        4.2.1 Dimensão cognitiva e metacognitiva

        4.2.2 Dimensão afetiva, relacional e de personalidade

        4.2.3 O contexto sociocultural e institucional

    4.3 MODELOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO DO RACIOCÍNIO CLÍNICO

    4.4 RACIOCÍNIO CLÍNICO NA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA E NEUROPSICOLÓGICA

    4.5 A DIFERENÇA ENTRE PENSAMENTO, RACIOCÍNIO E JULGAMENTO

        4.5.1 Pensamento crítico

        4.5.2 Raciocínio clínico

        4.5.3 Julgamento clínico

    4.6 COMPLEXIDADE, INCERTEZA E CONSTRUÇÃO DO RACIOCÍNIO CLÍNICO


CAPÍTULO 5 - ENTENDENDO O MÉTODO PCN (PENSE COMO NEUROPSICÓLOGO)

    5.1 PASSO 1: LEVANTAMENTO DA DEMANDA

    5.2 PASSO 2: ANAMNESE

    5.3 PASSO 3: HIPÓTESES DE FUNCIONAMENTO

    5.4 PASSO 4: COMO OBSERVAR E COMO TESTAR

    5.5 PASSO 5: INTERPRETAÇÃO QUANTITATIVA E QUALITATIVA

        5.5.1 Análise quantitativa

        5.5.2 Análise qualitativa

        5.5.3 Corroboração e reformulação de hipóteses

    5.6 PASSO 6: INTEGRAÇÃO DE DADOS

    5.7 PASSO 7: DETERMINAÇÃO DO FUNCIONAMENTO NEUROPSICOLÓGICO

    5.8 PASSO 8: CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES


CAPÍTULO 6 - ESTUDO DE CASO PENSADO EM VOZ ALTA: ACOMPANHANDO OS 8 PASSOS DO MÉTODO PCN EM UMA AVALIAÇÃO REAL

    6.1 PASSO 1: ESTABELECIMENTO DA DEMANDA

    6.2 PASSO 2: ANAMNESE

        6.2.1 Compreendendo a anamnese

        6.2.2 Refinamento da demanda

    6.3 PASSO 3: HIPÓTESES

        6.3.1 Fatos da anamnese

        6.3.2 Síntese das hipóteses

    6.4 PASSO 4: O QUE OBSERVAR, O QUE APLICAR

        6.4.1 Atenção sustentada / vigilância

        6.4.2 Memória operacional, episódica e prospectiva

        6.4.3 Funções executivas (planejamento, inibição, flexibilidade)

        6.4.4 Cognição social e leitura de contexto

        6.4.5 Sono e fadiga cognitiva

        6.4.6 Motivação, procrastinação e regulação emocional

        6.4.7 Preferência por leitura técnica x leitura literária

        6.4.8 Autocrítica, perfeccionismo e autoimagem

        6.4.9 Complementos com questionários/inventários

    6.5 PASSO 5: INTERPRETAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS RESULTADOS

        6.5.1 Comportamento observado em sessão

        6.5.2 Aprofundamento da anamnese complementar – respostas com base na entrevista clínica

        6.5.3 Resultados dos instrumentos

    6.6 PASSO 6: INTEGRAÇÃO

        6.6.1 Atenção

        6.6.2 Memória

        6.6.3 Funções executivas

        6.6.4 Inteligência geral

        6.6.5 Percepção visual

        6.6.6 Visuoconstrução (praxia construtiva)

        6.6.7 Cognição social

    6.7 PASSO 7: O QUE SE CONFIRMA? DETERMINAÇÃO DO FUNCIONAMENTO NEUROPSICOLÓGICO

    6.8 PASSO 8: RESPONDO ÀS PERGUNTAS DA DEMANDA E, SE FIZER SENTIDO, FALO DE HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS

        6.8.1 Respondendo às perguntas da demanda


CAPÍTULO 7 - O LAUDO NEUROPSICOLÓGICO COMO FERRAMENTA CLÍNICA E COMUNICATIVA

    7.1 O QUE A LEGISLAÇÃO EXIGE SOBRE O LAUDO PSICOLÓGICO

    7.2 CRÍTICAS AO MODELO DESCRITIVO

    7.3 A IMPORTÂNCIA DO RACIOCÍNIO CLÍNICO NO LAUDO

    7.4 LAUDO CENTRADO NO INDIVÍDUO: EVIDÊNCIAS DA LITERATURA

    7.5 PROPOSTAS PARA UM LAUDO IDEAL

LAUDO NEUROPSICOLÓGICO – A

LAUDO NEUROPSICOLÓGICO – B

LAUDO NEUROPSICOLÓGICO – C


CAPÍTULO 8 - O MÉTODO PCN COMO PONTO DE PARTIDA PARA A INTERVENÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

    8.1 A IMPORTÂNCIA DO LAUDO NEUROPSICOLÓGICO PARA A INTERVENÇÃO

    8.2 DA QUEIXA À APLICABILIDADE CLÍNICA

        8.2.1 As principais queixas de Maria Ester

        8.2.2 Selecionando duas queixas da paciente como exemplo

        8.2.3 Intervenções baseadas em evidências direcionadas às queixas de Maria Ester

    8.3 APLICABILIDADE CLÍNICA

    8.4 O MÉTODO PCN COMO GUIA DA REABILITAÇÃO


CAPÍTULO 9 - O FUTURO DA AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

    9.1 INOVAÇÕES E TENDÊNCIAS

    9.2 O PAPEL DOS NEUROPSICÓLOGOS

    9.3 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

    9.4 PACIENTES VIRTUAIS E SIMULAÇÃO CLÍNICA EM NEUROPSICOLOGIA

    9.5 JOGOS SÉRIOS

    9.6 AVALIAR, ESCUTAR, CUIDAR

Comentários (0)

Escreva um comentário

Você deve acessar ou cadastrar-se para comentar.