| Título | FOCA NOS ESTUDOS |
| Código de Barras | 12302 |
| Edição / Ano | 0/ |
| Idade | 8 a 14 anos (do 3 ano 9 ano do Ensino Fundamental) |
| Dimensões | 24X12X4 |
| Conteúdo | 2 cartas: Saída e Chegada 20 cartas que, quando dispostas, formarão uma trilha 1 folha para registro da escolha do aluno e análise quantitativa 1 folha com as regras para que o aluno realize a leitura, e a avaliação metacognitiva VERSÃO COLETIVA: Acompanha pendrive para reprodução de slides. |
Desde o início da escolarização, é preciso que o estudante perceba a existência de objetivos e metas de aprendizagem, necessidade de espaço e tempo bem definidos e organizados, engajamento e motivação, bem como uso intencional de estratégias cognitivas e metacognitivas.
O FOCA NOS ESTUDOS é um recurso que permite ao aluno observar seus hábitos, detectar dificuldades e refletir sobre os resultados que vem produzindo, com vistas a mudanças nas estratégias de aprendizagem que levem à autorregulação nos estudos.
Idade recomendada: 8 a 14 anos (do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental)
Participantes: Aluno/Cliente e aplicador/profissional
VERSÃO COLETIVA: Acompanha pendrive para reprodução de slides.
Organize as cartas pela ordem numérica e as deixe empilhadas. Posicione a carta SAÍDA sobre a mesa e explique ao aluno que, dada a carta e a conquista nela contida, quem a possui é o aluno. A partir daí siga para as demais cartas.
O aluno recebe então a carta 1, faz a leitura e diz se ele já atingiu a proposta da carta; depois de sua resposta, seleciona sua opção e entrega de volta ao aplicador. O aplicador faz a conferência, marca a opção correta e coloca a carta como a segunda da trilha, à frente da carta SAÍDA. Assim o aluno prossegue até que todas as suas respostas sejam conferidas pelo aplicador.
Se as respostas forem coerentes, o aplicador devolve a carta para o aluno para que ele inclua na formação de uma trilha; a carta 2 será a segunda, a carta 3 a terceira, e assim por diante. Quando as respostas não forem adequadas, o aplicador coloca a carta no bico de um funil e orienta o aluno para que ele perceba o erro. O aplicador convida o aluno a retomá-la, refazendo sua leitura, pensando novamente, mudando sua escolha inicial e entendendo a justificativa. O aluno deve escolher novamente. O aplicador devolve a carta para a trilha, colocando-a como a carta SE o aluno tiver mudado sua resposta. Se o aluno mantiver sua escolha, o aplicador a coloca no bico novamente. O aluno tem até 3 tentativas.
Terminadas as cartas, o aluno realiza a leitura e a virada de avaliação metacognitiva, que ele registra na sua auto avaliação quantitativa.
O aplicador deve dar feedbacks, sempre que considerar necessário.
Considerações
Recomenda-se, ao final da montagem da trilha, analisar os resultados com o aluno, assim como voltar às cartas com as respostas não coincidentes. De modo a enriquecer o momento de troca entre o aplicador e o aluno.
Sugere-se realizar a atribuição das conquistas em dois momentos. Primeiro: explicar ao aluno as conquistas e orientá-lo para a leitura das conquistas feitas durante a análise de suas respostas com ele.
2. Depois da leitura e análise, é que o aluno deve seguir para a autoavaliação.
É importante que o aplicador tenha em mente que, quando o resultado nos estudos é favorável e o estudante demonstra que esse comportamento é devido ao esforço, à motivação, ou sentimentos positivos, isso nos pode indicar que ele já possui capacidades metacognitivas consolidadas.
Se o aluno diz que o resultado e a atribuição positiva no contexto de aprendizagem não depende totalmente dele, mas também de fatores externos, isso pode indicar a falta de autorregulação no processo. Daí a importância do papel do profissional no ajuste de condições ambientais, esclarecimento de objetivos instrucionais, negociações sobre si mesmo. Daí a importância do diagnóstico, estimativa de prazos e análise da dificuldade da tarefa.




