• Recomeçando Outra Vez

Recomeçando Outra Vez

  • Editora: MANOLE
  • Autor: DAVIES
  • Produto disponível


  • de: R$113,00
  • por:

    R$60,00


Especificação
Título RECOMECANDO OUTRA VEZ
Autor(a) DAVIES
ISBN 8520402267
Edição / Ano 1/1997
Número de Páginas 475 PAG
Dimensões 23x16x3
Capa BROCHURA
Descrição

Esta obra apresenta e ensina o controle motor específico para tarefas de habilidade, mas também enfoca a importância do input ao sistema nervoso, por exemplo, a qualidade do tato, a minimização do medo, a manutenção da dignidade durante o tratamento, a importância do entusiasmo e a remoção dos estímulos dolorosos, respeitando as peculiaridades de cada indivíduo.

Sumário

Sumário

1 Comunicando-se Novamente

Distúrbios do Input Táctil

Avaliação da Sensação
Outros Distúrbios da Percepção

Problemas Relacionados ao Transtorno do Input Táctil/Cinestésico Perturbado

Comportamento e Movimento Incogruentes 
Espasticidade

Fatores Adicionais que Contribuem para um Aumento do Tônus

Ataxia ou Tremor 
Atividades Executadas Lentamente e com Esforço Indevido 
Tonteira e Náusea 
Incontinência Persistente 
Transtornos da Memória 
Problemas do Comportamentais 
Desatenção ou Período de Atenção Abreviado 
Falta de Motivação

Favorecendo o Aprendizado no Programa de Tratamento 
Escolha da Intervenção 
Terapêutica Terapia Dirigida

Espremendo o Suco de Uma Laranja 
Limpeza e Arrumação Após o Término de Uma Tarefa

Considerações Importantes para o Direcionamento

Posição da Terapeuta e do Paciente 
Compreensão do objetivo Final da Tarefa 
Uma Mão Sempre Proporciona Informação Acerca da Estabilidade do Apoio 
Um Instrumento Será Apenas Necessário Depois que Um Problema Foi Identificado 
Contacto Direto com as Pontas dos Dedos de Ambas as Mãos 
A Mão do Paciente Deve Estar Leve, e Sua Movimentação Deve Ser Fácil 
O Paciente, Direcionado Pela Terapeuta, Realiza Todas as Etapas da Tarefa 
Input Verbal É Evitado Durante uma Atividade Direcionada 
A Terapeuta Ajudante Deve Sentir-se Relaxada e Confiante 
Percepção Através de Um Instrumento, Objeto, ou Substância Intermediária

Escolha de Uma Tarefa Apropriada

Fatores Mecânicos 
Grau de Complexidade 
Julgamento da Adequação de Uma Tarefa 
Interpretação dos Sinais do Comportamento

Modos em que o Direcionamento Pode Ser Implementado

Direcionamento Terapêutico 
Direcionamento Espontâneo como Um meio de Prestar Ajuda 
Ensinando aos Parentes Como Direcionar

Direcionamento de Tarefas em Diferentes Situações Clínicas

Direcionamento na Unidade de Terapia Intensiva

Com o Paciente Ainda na Cama 
Quando o Paciente Está Sentado Fora da Cama por 
Um Breve Período

Direcionamento para a Superação de Dificuldades com a Posição Sentada

O Efeito de Uma Tarefa Direcionada na Posição Sentada do Paciente

Direcionamento em Conjunção com a Deambulação 
Durante a Reaquisição da Independência nas Atividades do Dia-a-dia 
Direcionamento, Enquanto o Paciente Está Sendo Vestido 
Aumento da Informação Táctil, para a Manutenção das posições Deitadas

O Problema da Incontinência

Incontinência Urinária

Considerações para o Tratamento

Incontinência Fecal e/ou Constipação

Considerações Para o Tratamento

Evitando os Aspectos Negativos Associados à Epilepsia Pós-traumática

Problemas Relacionados à Epilepsia Pós-traumática

As Convulsões Per Se 
Terapia Com Medicamento Anticonvulsivante 
A Atitude de Outros Com Relação ao Paciente com Epilepsia Pós-traumática

Conclusão

2 Posicionamento Precoce na Cama e na Cadeira de Rodas

Virando e Posicionando na Cama

Deitando-se em Supino
Deitando de Lado

Virando o Paciente de Lado
Posicionamento o Paciente de Lado
Superando Dificuldades de Manutenção da Posição

Deitado em Prono

Virando Para a Posição em Prono
Posição em Prono
Sentada Fora da Cama

Transferência do Paciente da Cama para a Cadeira de Rodas

Movimentação da Posição Deitada para a Posição Sentada
Movimentação Para a Beirada da Cama
Transferências Recomendáveis

Método 1. Com os Braços do Paciente Repousando nos Ombros da Terapeuta
Método 2. Com os Braços do Paciente Para Baixo Diante Dele
Método 3. Com o Tronco do Paciente Flexionado
Método 4. Usando uma Prancha de Deslizamento

Posição na Cadeira de Rodas

Escolha de uma Cadeira de Rodas Adequada

Pontos a Considerar

Sugestões Para o Uso de Apoio Adicional
Ajuste da Posição do Paciente na Cadeira de Rodas
Prolongamento do Tempo Passado na Posição Sentada

Propulsão Independente da Cadeira de Rodas

A Cadeira de Rodas Comum
A Cadeira de Rodas Elétrica
Cadeira de Rodas com Direção por Uma das Mãos

A Importância de Virar e Posicionar o Paciente

Prevenção das Contraturas e Deformidades
Evitando o Desenvolvimento de Escaras
Melhora da Circulação
Manutenção da Mobilidade da Coluna Vertebral
Melhora da Função Respiratória
Prevenção da Dor de Origem Cervical
Redução da Hipertonicidade
Evitando Qualquer Lesão no Nervo Periférico
Acostumando o Paciente a Ser Movimentado

Estudo de Um Caso

3 Deslocando-se e Sendo Deslocado Na Posição Deitada e Sentada

Exigências Para Uma Ação Muscular Eficiente
Possíveis Mecanismos de Alongamento

A Importância da Mobilização do Sistema Nervoso

Manutenção ou Restauração do Alongamento
Adaptativo do Sistema Nervoso
Os Testes de Tensão
O Sistema Nervoso É um Continuum
O Objetivo Não É Causar Dor
Dor Persistente de Origem Não Diagnosticada

Sequências de Movimentos Importantes

Movimentação da Cabeça
Movimentação do Gradil Costal
Rotação da Parte Superior do Tronco

Manutenção de uma Amplitude de Movimentos
Completa e Indolor nos Membros Superiores

Elevação do Ombro Através da Flexão

Solução e Problemas

Abdução do Braço, Incluindo TTMS 1

Solução e Problemas

Incorporação a Mobilização pelo TTMS 1 em Outras Atividades

Virando a Parte Superior do Corpo
Virar Para Um Lado e de Volta Novamente, num Padrão Normal
Rotação do Tronco na Posição Sentada, com Apoio dos Braços Apoiando Lateralmente
Mobilização do Braço em Abdução na Posição Sentada

Inclusão do TTMS 2 e TTMS 3 no Tratamento

TTMS 2
TTMS 3

Reaquisição do Controle Ativo do Braço
Mobilização do Tronco e Membros Inferiores

Movimentação da Parte Inferior do Tronco
Mobilização da Flexão do Tronco e Membros Inferiores
Flexão do Tronco na Posição Sentada
Flexão e Extensão do Tronco na Posição Sentada
Mobilização do Tronco e Quadris na Posição Sentada com as Pernas Cruzadas
Mobilização na Posição Sentada com as Pernas Estendidas

Seqüência de Movimentos Para a Mobilização
Solução dos Problemas

Uso do TTMI 1 Como Técnica de Tratamento
Uso do Teste do Encurvamento Para a Mobilização do Sistema Nervoso
O Teste de Encurvamento Com as Pernas em Abdução

Conclusão ,
Estudo de Um Caso

4 Ficar de Pé Precocemente

A Importância de Posicionar o Paciente de Pé
Considerações Antes de Colocar o Paciente de Pé

Posicionamento do Paciente Ereto

Uso de Talas de Extensão do Joelho

Enfaixamento das Talas
Condução do Paciente, da Posição Deitada
Para a Posição De Pé
Recondução do Paciente à Cama

Uso de uma Estrutura de Sustentação do Paciente na Posição de Pé
Uso da Mesa Inclinada

Solução de Problemas

Movimentação na Posição de Pé

Flexão do Tronco na Posição de Pé
Valor Terapêutico da Flexão do Tronco na Posição de Pé

Conclusão
Estudo de Um Caso

5 Reanimação da Face e da Boca

Problemas Comuns e Seu Tratamento

Problemas
Prevenção e Tratamento
Pistas para a Manipulação

Abordagens úteis
Iluminação do Interior da Boca
Uso de Luvas de Borracha

Procedimentos Terapêuticos

Mobilização do Pescoço

Mobilização da Flexão Lateral
Obtenção da Flexão da Orea Cervical Superior

Movimentação da Face
Tratamento do Intra-oral

O Reflexo de Mordida Notório
Solução de Problemas
Avaliação e Tratamento da Boca

Tratamento da Língua

Mobilização Passiva
Facilitação do Movimento na Cavidade Oral
Movimentação da Língua Fora da Cavidade Oral
Estimulação da Atividade com Um Pedaço de Laranja
Reaquisição dos Movimentos Seletivos da Língua

Higiene Oral

Cuidados com Os Dentes e as Gengivas

Limpeza dos Dentes e da Cavidade Oral
Escovamento dos Dentes do Paciente
Enxaguamento da Boca
Solução dos Problemas

O Paciente Volta a Comer e a Beber

Estudo de Um Caso
Quando Começar a Alimentação Oral
Avaliação da Disfagia
Dificuldades da Deglutição
Fatores Orientadores; e Precauções de Segurança

Facilitação da Ingestão de Alimentos

Remoção da Sonda Nasogástrica
Postura Correta
Facilitação Manual da Ingestão do Alimento
Ajuda de Parentes
Qualidade do Alimento
Tipo de Alimento Apropriado
Refeições Com Outras Pessoas
Solução dos Problemas

Ingestão de Líquidos

Facilitação Manual da Ingestão de Líquidos
Solução de Problemas

Prolongamento da Alimentação por Sonda na Fase Pós-Aguda

Os Méritos da GEP

Vantagens Específicas

Explicação da GEP para a Equipe e Parentes
Aplicação do Tubo de Gastrostomia
Remoção do Tubo

Aprendendo a Falar Novamente

Mobilização da Laringe
Auxilio à Expiração Profunda
Facilitação da Fonação
Facilitação dos Sons das Diferentes Vogais
Ativação do Palato Mole

Fornecimento de Um Meio Alternativo de Comunicação

Movimentos para Sinalizar “Sim” ou “Não”
Uso de Um Quadro Alfabético
Sistemas Computadorizados de Ampliação da Comunicação
Uso de Um Meio Auxiliar de Comunicação com Output Vocal (VOCA)

Conclusão

6 Vencendo a Limitação do Movimento, Contraturas e Deformidades

Razões Para o Desenvolvimento das Contraturas
Superação das Contraturas e Restauração dos Movimentos Funcionais

Princípios Teóricos
Colocação dos Princípios em Ação

Movimentação do Paciente e Mudança Regular de Posição
Proporcionando Informações Adicionais do Ambiente
Mobilização da Tensão Mecânica Adversa no Sistema Nervoso
Eliminação do Estiramento Doloroso de Estruturas
Contraturadas, Durante o Aumento Amplitude de Movimentos

Aplicação Seriada de Aparelhos

Vantagens da Aplicação Seriada de Aparelhos de Gesso Com Relação a Outros Métodos
Necessidades Para a Aplicação Seriada de Aparelhos de Gesso

Aspectos Gerais
Materiais
Instrumentos

Princípios Gerais Para a Aplicação Seriada de Aparelhos
Aplicação Seriada de Aparelhos de Gesso ao Joelho

Aplicação do Primeiro Aparelho
Troca do Aparelho
Evitando a Descida do Aparelho
Evitando Pressões Sobre o Calcanhar do Paciente
Duração da Aplicação Seriada de Aparelhos
Manutenção da Amplitude Completa da Extensão do Joelho com Um Aparelho Articulado 353

Engessamento seriado Para Um Pé Flexão Plantar

Aplicação do Aparelho
Preparação da Parte Inferior do Aparelho, Para a Posição Sentada
Troca do Aparelho

Engessamento Seriado Para o Cotovelo Flexionado

Aplicação do Aparelho
Manutenção da Extensão Readquirida do Cotovelo
O Aparelho Articulado

Aplicação Seriada de Aparelhos de Gesso Para o Punho Flexionado

Aplicação do Aparelho Inicial
Troca do Aparelho
Manutenção da Extensão do Punho Após a Aplicação
Seriada de Aparelhos
Confecção da Tala Volar

Intervenção Cirúrgica
Medicamentos Relaxante Muscular e Bloqueios Nervosos

Bloqueios de Ponto Nervosos e Motores

Tratamento das Fraturas e de Lesões nos Tecidos Moles

Fraturas

Estudo de Um Caso

Lesões da Coluna Cervical

Tratamento

Outras Lesões do Tecido Mole

Ossificação Heterotópica

Surgimento e Desenvolvimento da OH
Fatores que Podem Causar ou Precipitar o Desenvolvimento da OH

Perda das Respostas Protetoras da Dor
Repetição de Lesões Traumáticas de Menor Importância
Distensão Forçada e Repetida de Tecidos Moles
Previamente Imobilizados
Lesão e Contusão Musculares Estão Seletivamente
Associadas a Contrações Excêntricas
OH Ocorre Quase Que Exclusividade nas Proximidades das Articulações Proximais
Outros Fatores de Risco Associados à OH

Considerações Para a Prevenção da OH

Medidas Preventivas

Superação dos Problemas Gerados Pela Ocorrência da OH

Medidas Terapêuticas
Estudo de Um Caso
OH Causando Perda da Flexão do Cotovelo

Conclusão

7 Progredindo para uma Deambulação Independente: Preparação e Facilitação

Considerações Terapêuticas
Quando Começar a Andar
Estudo de Um Caso
Atividades Preparatórias

Retreinamento dos Movimentos Seletivos do Membro Inferior

Extensão Seletiva do Quadril (Ponte)
Extensão Seletiva do Joelho
Extensão Seletiva do Quadril e do Joelho Durante a Sustentação de Peso

Reaquisição das Reações de Equilíbrio e controle Seletivo do Tronco

Retorno a Uma Posição Ereta Após Inclinar-se Para Baixo em Cada Lado
Manutenção do Equilíbrio Com o Peso Transferido Para Um dos Lados na Posição Sentada
Flexão Lateral Seletiva da Coluna Lombar
Flexão e Extensão Seletivas da Coluna Lombar

Mobilização e Ativação do Tronco

Flexão e Extensão
Flexão/Rotação do Tronco na Posição Sentada
Rotação da Coluna Lombar Com os Músculos Abdominais Ativados

Facilitação da Deambulação

Estabilização do Tórax e Promoção de Passos Reativos
Ajudando a Extensão do Quadril e 
Evitando um joelho Hiper-estendido
A mão na Face Posterior da Cintura Pélvica do Paciente
A mão no Lado Distante do Tronco do Paciente
A Marcha com Andador
Adaptação do Andador Para Tarefas Funcionais
Uso de Outros Meios Auxiliares à Marcha

Facilitação da Posição de Pé e Sentada

Solução de Problemas

Lidando Com Problemas Adicionais, Que Podem Impedir a Marcha
Estudo de Um Caso
Aprendendo a Subir e Descer Escadas

Subindo Escadas
Descendo Escadas

Atividades Recreativas Que Incentivam o Movimento Ativo

Natação
Ciclismo

Conclusão

Referências
Índice Remissivo

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